Como sua dieta pode ajudar a prevenir e tratar lesões

Conheça 7 alimentos ou substâncias que podem ajudar na prevenção ou no tratamento de lesões comuns para quem treina pesado!

Absolutamente todo e qualquer maromba está sujeito à sofrer lesões. Elas fazem parte da vida de um atleta.

No caso específico da musculação, as mais comuns são as lesões musculares e nos tendões e articulações.

O próprio treino é uma forma de evitar esses tipos de problema, pois o exercício aumenta a massa muscular, a força e a resistência. Mas mesmo com todo o preparo físico as lesões podem ocorrer.

Como consequência, vem as dores, a perda de rendimento e até a incapacidade de realizar certos exercícios. Dependendo da lesão, a pessoa pode ter até que suspender o treino por dias, semanas e até meses.

Mas você sabia que a alimentação pode ser uma ferramenta importante para combater e superar o problema?

De uma forma geral, sua dieta pode ajudar tanto na prevenção quanto na recuperação de lesões. E alguns alimentos específicos possuem mais efeitos e benefícios em relação a isso.

Conheça alguns deles e veja como eles podem te ajudar a prevenir e tratar lesões, fazendo seus treinos renderem muito mais e evitando que você fique de molho, afastado da academia, por vários dias.

Como sua dieta pode ajudar a prevenir e tratar lesões

Cúrcuma

A cúrcuma, conhecida também como açafrão-da-terra, é uma especiaria rica em um polifenol chamado curcumina.

A curcumina é um potente anti-inflamatório, tornando-o uma aliada aos tratamentos de lesões. A dosagem sugerida de curcumina é de aproximadamente 500 mg/dia.

Ômega 3

O ômega 3 é muito conhecido por seus efeitos anti-inflamatórios, mas ele também está envolvido no funcionamento normal da articulação e da cartilagem. Além disso, ele também aumenta a síntese de colágeno e ativa receptores que reduzem processos inflamatórios.

Os principais peixes que contém boas quantidades de ômega 3 são salmão, atum, cação e bacalhau, mas também é encontrado em outros peixes, na linhaça, na semente de chia e em outros alimentos.

Gengibre

Os efeitos e as utilidades terapêuticas do gengibre são estudados há anos, mas foi recentemente que estudos comprovaram que ele é eficaz na redução de dores, inchaços e inflamações.

A dosagem recomendada varia de 500 mg/dia à 2000 mg/dia e pode ser consumido seco, fresco, em pó e de várias outras formas.

BCAA

O BCAA é um dos suplementos fitness mais conhecidos e utilizados do mundo. Mas não é apenas por seus benefícios para a redução de gordura, o aumento da massa muscular e a melhoria da performance que ele é utilizado.

Os aminoácidos de cadeia ramificada, além de prevenir a perda de massa muscular, auxiliam diretamente na recuperação de tecidos lesionados e é muito útil para atenuar lesões induzidas por esforço físico.

Existem vários tipos e marcas de BCAA no mercado – um deles é o Phoenix BCAA, da Iridium Labs, que tem ótima quantidade de aminoácidos de cadeia ramificada, a melhor matéria-prima disponível no mundo e pode ser consumido em suas versões em pó ou em tabletes.

Centella asiática

Essa planta contém substâncias que atuam nos tecidos conjuntivos e estudos já mostraram que ela é capaz de inibir a degradação de cartilagem e de diminuir a infiltração de células inflamatórias.

Além disso, ajuda a acelerar o tempo de recuperação dos tendões porque aumenta o fluxo sanguíneo.

A dosagem ideal fica entre 50 mg/dia à 200 mg/dia e a melhor forma de consumi-la é através de chás, disponível em qualquer loja de ervas ou de produtos naturais.

Colágeno

O colágeno é uma proteína presente na pele, ossos, tendões, cartilagens e outros tecidos.

O colágeno tipo II não desnaturado é consumido por muitos como protetor de articulação, pois é a principal proteína estrutural da cartilagem que, por sua vez, é responsável pelo suporte e flexibilidade das articulações.

A dosagem recomendada é de 40 mg por dia.

Vitamina D

A vitamina D participa da construção dos tecidos conjuntivo e muscular, além disso, auxilia na redução de processos inflamatórios.

O grande problema aqui é que muitas pessoas apresentam deficiência de vitamina D. Apesar de ela estar disponível em vários alimentos e de que apenas 15 minutos de exposição solar por dia são o suficiente para produzir a quantidade adequada desta substância, muita gente precisa suplementar.

Nesse caso, o ideal é conversar com um médico endocrinologista para saber quanto e como consumir a substância como suplemento.

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